Do que mais gostava em ti, do que não esqueço: o teu umbigo. Olhos destreinados dirão que são todos iguais, não eu que o circundava com os dedos para aceder aos teus risinhos impacientes, não eu que nele mergulhava levado pelas promessas do que uma cicatriz de nascença proporciona dentro de si, não eu que lhe tomei o gosto, o retive na memória e lhe prometi que o meu cordão dele nunca havia de ser cortado.
4 comentários:
Aparentemente, ainda não o foi!
Ninguém me tira a ideia de que essas amarras estão apertadas pela culpa. Desculpe dizer-lho, mas acho que é a culpa que carrega dentro de si que o prende a esse sentimento. Quando conseguir perdoar-se talvez se liberte.
...muito belo.
E's presente! (e de que maneira)
poor you...
Enviar um comentário